Desenvolvimento da linguagem: as primeiras palavras do seu bebê

Para a alegria dos pais, as primeiras palavras dos bebês são normalmente "mama "e "papa". Na verdade, "papa" geralmente é dito primeiro, mas apenas porque sua pronúncia é mais fácil para os bebês! Além do fato de a mamãe e o papai estarem por perto, estudos mostram que essas são as primeiras palavras que os bebês pronunciam por causa dos sons repetidos nelas. De fato, a maioria dos países tem palavras muito simples com sílabas repetidas para nomear a mamãe e o papai e, às vezes, até o vovô e a vovó.

Imagens dos cérebros de recém-nascidos mostraram atividade aumentada quando eles ouviam palavras inventadas com sons repetidos, como "mubaba". Quando ouviam palavras com repetição não adjacente, como "bamuba", não apresentavam reações relevantes. Isso sugere que os bebês reconhecem os sons repetitivos mais facilmente, e é por isso que palavras como "mama" ou "papa" são fáceis de aprender e vocalizar.

O desenvolvimento da linguagem é complexo, e começa de forma significativa antes dessas primeiras palavras. Por volta de oito semanas de idade, os bebês começam a balbuciar, simbolizando as primeiras tentativas formais de vocalização. Esses sons são especialmente bem-vindos porque servem como uma maneira de fazer com que os cuidadores saibam que eles estão prontos para aprender. Por volta de seis a oito meses de idade, os bebês misturam consoantes com vogais para balbuciar. É nessa época em que "mama" e "papa" entram em cena, mas essas palavras só serão usadas intencionalmente depois do primeiro aniversário.

Por volta dos 18 meses, as crianças normalmente conhecem e usam várias palavras independentes. Alguns até juntam duas palavras para transmitir mais significado. Embora nessa idade o vocabulário seja limitado, eles entendem muito mais do que podem falar. O marco de dois anos traz frases de duas a quatro palavras e o início das conversas reais – você só deixará de ouvir a voz do seu filho quando ele estiver dormindo!

Uma ótima maneira de estimular o desenvolvimento da linguagem é conversar. Responda às vocalizações do seu bebê como em um “jogo de ação e reação”, fazendo pausas e ouvindo o que ele tem a dizer – finja que você entende e que vocês estão realmente conversando!

Gervain, J., Macagno, F., Cogoi, S., Peña, M., e Mehler, J. (ID: 2008 ). O cérebro dos recém-nascidos detecta a estrutura da fala. Procedimentos da Academia Nacional de Ciências, 105 (37), ID: 1422 2-ID: 1422 7.

Como encontrar brinquedos adequados para a idade do seu filho

Como estimular o senso de humor do seu filho

“O sorriso é o melhor remédio” – Provérbio

Risadas e sorrisos são uns dos comportamentos humanos mais básicos. Os bebês podem sorrir horas depois de seu nascimento em resposta ao calor ou a um cheiro agradável, mas a risada leva um pouco mais de tempo para se desenvolver, já que seus mecanismos são mais complexos.

Como você provavelmente já percebeu, bebês e crianças pequenas aprendem muito por meio da imitação – com o desenvolvimento do senso de humor, não é diferente. Pesquisas mostraram que o senso de humor é alimentado em casa, e que cada situação boba ajuda a promover essa característica maravilhosa.

Os benefícios de ter um bom senso de humor incluem o desenvolvimento de uma autoestima saudável, da empatia e das amizades; ele ajuda as pessoas a rirem de si mesmas e a aceitarem suas próprias imperfeições. As pesquisas também mostraram que as pessoas com um bom senso de humor são mais felizes e otimistas, conseguem lidar melhor com as diferenças e adversidades, vivenciam menos situações de estresse e têm menor risco de depressão. Além disso, especialistas identificaram que um bom senso de humor é um estimulador natural do sistema imunológico.

O que você pode fazer para desenvolver o senso de humor do seu filho?

Bebês

Embora os bebês não entendam muito bem o humor falado, eles conseguem perceber o seu sorriso e o que faz você feliz. Os bebês começam a rir muito cedo e, com apenas 9 meses de idade, podem começar a compreender piadas visuais (caretas) ou físicas (fazer cócegas). Experimente estas brincadeiras divertidas e dê risada com o seu filho:

  • Faça caretas e sons engraçados: Esse tipo de humor visual pode provocar risadas e sorrisos em seu bebê. Se ele sentir sua alegria desde cedo, ele se tornará mais propenso a lhe imitar.
  • Faça cócegas ou assopre sua barriguinha: Os bebês são muito responsivos aos estímulos físicos, que podem, definitivamente, fazê-los rir.
  • Seja boba e brincalhona: Situações inesperadas, como colocar a fralda do seu bebê na cabeça de um ursinho de pelúcia, podem ser muito engraçadas. Entre os 9 e os 15 meses de idade, seu filho começa a compreender a situação, e isso pode provocar algumas risadas;
  • Brinque de “esconde-esconde”: Por volta de um ano de idade, o “esconde-esconde” se torna um jogo muito emocionante. Quando o seu filho compreender essa brincadeira, você perceberá que seu desenvolvimento intelectual está florescendo. Os bebês chegam a perceber que, quando a mamãe ou o papai se escondem, eles voltam logo em seguida, mas ainda é uma situação tensa. Agora, quando a mamãe ou o papai reaparecem, a tensão é liberada na forma de risadas, e a situação se torna divertida.

Crianças pequenas

As crianças adoram uma situação divertida, e certamente amam os elementos surpresa. É por isso que o “esconde-esconde”, as cócegas, os abraços ou as situações inesperadas são tão engraçados. Nessa fase, elas compreendem melhor a linguagem falada, e também entendem melhor como o mundo funciona. Usar rimas, palavras sem sentido e agir de um jeito bobo irá fazê-las dar muitas risadas. Então, experimente essas brincadeiras:

  • Ignore o óbvio: Finja que você não consegue encontrar um objeto que esteja à vista ou confunda objetos como a colher e o garfo. Por exemplo, diga “Eu vou comer o meu sorvete com este garfo”, e deixe-o cair de volta no pote antes de chegar à sua boca”;
  • Continue fazendo sons engraçados e caretas: Convide seu filho a fazê-los também, e dance ao ritmo do som que ele produzir;
  • Elabore conversas com objetos inanimados: Por exemplo, faça o pijama do seu filho contar uma história para ele;
  • Brinque de correr atrás do seu filho, faça cócegas e dê beijos nele: Brincadeiras de perseguição são uma ótima maneira de fazer seu filho rir. Além disso, fortalecem os laços afetivos e mantêm o seu filho ativo;
  • Vista-se de uma maneira boba: O humor visual é muito divertido para as crianças. Vestir um chapéu ou uma roupa boba ou “calçar os sapatos” em suas mãos são ótima maneiras de provocar o riso.

Lembre-se de que você não precisa ser comediante para estimular o senso de humor do seu filho. É muito fácil: tudo o que você precisa fazer é estar aberta a situações lúdicas e rir de si mesma. Não tenha medo de parecer boba, pois usar o humor é a melhor forma de estimular o senso de humor dele. Então, com o tempo, você pode criar costumes engraçados e continuar promovendo um ambiente rico em humor em casa.

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10 segredos para criar crianças mais felizes!

O que você quer para a vida de seus filhos? Sucesso? Inteligência, conquistas e prestígio? E quanto aos valores internos? Não podemos construir uma vida baseada em realizações externas sem nos dar a chance de explorar nossas partes mais profundas. A felicidade não é mencionada com a frequência que deveria. E então? Como definimos a felicidade e como podemos instituí-la em nossos filhos? Acontece que a felicidade não é algo a ser encontrado, não pode ser criada, mas pode ser sintetizada. Temos a capacidade de criar aquilo que estamos constantemente buscando. Pesquisas recentes sobre a felicidade afirmam que ela é mais um produto de nossos hábitos mentais, emocionais e físicos, do que um resultado da sorte e de circunstâncias externas. Então, como podemos irradiar a luz interior de nossos filhos?

Aqui estão 10 dicas cientificamente comprovadas para ter filhos mais felizes:

  1. Dê um tempo para eles brincarem: Há tanta estrutura atualmente: esportes, atividades extracurriculares, aulas de piano. No entanto, o que as crianças realmente gostam é de brincar livremente. A brincadeira oferece a chance de encontrar e desenvolver uma conexão com seus próprios interesses, e uma oportunidade de aprender a tomar decisões, resolver problemas, desenvolver autocontrole e seguir regras. Um artigo publicado no American Journal of Play afirmou que o tempo de brincar das crianças tem diminuído e como esse padrão afeta seu desenvolvimento emocional: “Como sociedade, chegamos à conclusão de que, para proteger as crianças do perigo e para educá-las, devemos privá-las da atividade que as deixa mais felizes e colocá-las por mais horas em locais onde elas serão mais ou menos continuamente dirigidas e avaliadas por adultos, um cenário praticamente projetado para produzir ansiedade e depressão”.
  2. Elogie seu esforço e dedicação: Lembre-se de elogiar o esforço que seu filho dedica a uma tarefa. Se aprender que seus esforços são apreciados, ele aprenderá a valorizá-los, sem necessariamente visar resultados perfeitos. Os bebês cujos esforços são reconhecidos e valorizados se tornam crianças mais motivadas. Nós achamos que nossos bebês são tão inteligentes, tão incríveis, tão bons. Mas, segundo Carol S. Dweck, professora de psicologia de Stanford, é melhor não contar isso a eles: “É melhor se concentrar no esforço e na ação do seu bebê – diga ‘Você trabalhou muito para conseguir isso!’, ao invés de ‘Você é tão bom nisso!’”.
  3. Crie tradições familiares: Jantares de Natal, brincadeiras ou travessuras no dia das bruxas, jantares em família… Instituir tradições é uma maneira fantástica de fazer as crianças se sentirem parte de algo maior. “As estatísticas são claras: as crianças que jantam com suas famílias são mais saudáveis, mais felizes e melhores estudantes, e é por isso que antigos costumes estão voltando”.
  4. Tente não interferir em seu dever de casa: A grande maioria dos pais só quer olhar para o trabalho de seu filho para corrigi-lo e garantir que tudo seja feito com perfeição. Naturalmente, os pais têm as melhores intenções, mas o que estamos inconscientemente dizendo aos nossos filhos? Talvez possamos fazê-los pensar que são incapazes de completar uma tarefa por conta própria. Então, por favor, deixe-os lidar com isso. “Em última análise, queremos que nossos filhos sejam responsáveis, ​​porque essa é uma característica necessária para o sucesso na vida. Por isso, os pais devem tentar incutir em seus filhos uma sensação de satisfação intrínseca (sentimentos internos de orgulho e felicidade), em vez de usar recompensas extrínsecas (como doces, dinheiro ou brinquedos) por seus comportamentos responsáveis”.
  5. Deixe-os expressar suas emoções: as crianças gritam quando estão bravas e choram quando estão tristes. Deixe que elas façam isso. Escolher ser feliz não significa reprimir nossos sentimentos, mas honrá-los, reconhecê-los e libertá-los. “Grande parte das recomendações atuais para os pais ignora as emoções”, diz o Dr. Gottman. “Em vez disso, elas se baseiam em teorias que abordam o mau comportamento das crianças, mas desconsideram os sentimentos por trás desse mau comportamento. O objetivo final de criar filhos não deve ser simplesmente ter um filho obediente e complacente. A maioria dos pais deseja muito mais para os seus filhos”.
  6. Ensine-os a aceitar o fracasso: Se as crianças não estão tentando coisas novas, elas não estão falhando. O que queremos, em última análise, é que elas enfrentem os desafios, e não que fujam deles. “Muitos pais têm consciência dos eventos nas vidas de seus filhos, e frequentemente encontram oportunidades e gatilhos para intervirem e ajudá-los. Estas ações estão supostamente relacionadas a crenças sobre a incapacidade de seus filhos de enfrentar dificuldades, suas singularidades, seu potencial para o sucesso e ao risco de danos. A intervenção excessiva por parte dos pais resulta em uma diminuição da resiliência, um sentimento de inadequação, ansiedade infantil, capacidades reduzidas e um senso inadequado de responsabilidade ou autoeficácia”.
  7. Não os compare a outras crianças: Muitas vezes nos vemos tentados a comparar nossos filhos com outras crianças para termos uma referência quando se trata de conquistas ou marcos. Mas a verdade é que toda criança é única. “As crianças se desenvolvem no seu próprio ritmo e têm seu próprio temperamento e personalidade. Comparar o seu filho com outra pessoa implica que você deseja que o seu seja diferente”.
  8. Seja feliz: Dar o exemplo é a melhor maneira de incentivar a felicidade do seu filho. Você não precisa ser um pai perfeito, mas sempre pode tentar controlar suas emoções! “O que os pais fazem influencia seus filhos. Não importa se eles estão juntos ou separados, e sim a quantidade de horas que passam com seus filhos. Gastando cada momento possível com eles quando chegam em casa do trabalho. As crianças não ficam bem se os adultos não estão cuidando de si mesmos e de seus relacionamentos”, diz Carolyn Cowan.
  9. Ajude seu filho a desenvolver a gratidão: Muitas vezes pensamos que não podemos ser gratos até que sejamos felizes. A verdade é que as pessoas são felizes porque são gratas. Pessoas que se descrevem como gratas também são classificadas como mais felizes. Está procurando algo pelo qual ser grata? Olhe bem na sua frente, olhe para o seu filho! Como você pode cultivar gratidão? (Dica: pense em moldar seu comportamento).

Por último, mas não menos importante…

10. Dê a eles amor incondicional: Crianças fazem bagunça, e isso faz parte da experiência natural da infância. A infância é baseada em tentativa e erro, então, quando seus filhos fizerem bagunça e se atrapalharem, perdoe-os por isso. Eles ficarão mais confiantes para tomar decisões e se arriscarão de maneira saudável no futuro, pois se sentirão seguros para cometer erros. Eles se sentirão mais felizes quando souberem que seus pais estarão sempre ao seu lado, não importa o que aconteça.

Como posso ajudar meu bebê a lidar com a ansiedade de separação?

Por que meu bebê tem ansiedade de separação?

Tudo começa quando o bebê percebe que objetos e pessoas ainda existem, mesmo que ele não os veja – chamamos isso de “permanência do objeto”. Seu bebê percebe que a pessoa que o protege e cuida dele foi embora e está em outro lugar. A partir do momento em que ele percebe que não sabe quando ou se você realmente retornará, a ansiedade entra em ação!

A ansiedade de separação é um estágio emocional normal do desenvolvimento, mas sabemos que pode ser difícil para os pais lidarem com um bebê que entra em pânico e fica chateado quando não estão por perto. Então, aqui estão algumas ideias e dicas para você experimentar em casa.

Introduzir pessoas desconhecidas desde cedo

Pode ajudar se o seu bebê conhecer todo mundo desde cedo. Você pode tentar apresentar ao seu filho a babá, os parentes e os amigos que cuidarão dele na sua ausência. Entre os 6 e os 8 meses, seu bebê provavelmente gostará de todos eles! Por isso, trazer os cuidadores para perto pode ajudá-lo a se sentir mais confortável quando a ansiedade de separação ocorrer.

Se despeça

Embora você possa poupar os sentimentos do seu bebê (ou os seus) indo embora sem se despedir, isso pode tornar a ansiedade de separação dele ainda mais forte. O que o seu bebê realmente precisa é aprender um padrão simples: “você se despede, você sai, você volta mais tarde”. Explicar ao seu filho o que vai acontecer toda vez que você sair pode ajudá-lo. Mesmo que ele ainda não entenda suas palavras, ele irá compreendê-las em breve!

Brinque de “esconde-esconde”!

Brincar de “esconde-esconde” ajudará seu bebê a entender a permanência do objeto – percebendo que os objetos ainda existem, mesmo que ele não os veja. Embora esse seja o motivo pelo qual a ansiedade de separação acontece, esse tipo de brincadeira pode ensinar ao seu filho que, mesmo que você vá embora por um tempo, você sempre voltará! Tente brincar de “Onde está a mamãe?”. Você pode até se esconder e deixar que seu bebê a encontre.

Incentive-o a brincar sozinho

Ensinar seu filho a brincar de forma independente permitirá que ele supere a fase de ansiedade de separação, à medida que ele desenvolve a confiança e a paciência para ficar sozinho por algum tempo. É importante notar que brincar sozinho é uma habilidade que você pode ensinar ao seu bebê, mesmo que isso não aconteça da noite para o dia. Você pode tentar voltar sua atenção para um livro enquanto está sentada ao lado do seu bebê e, alguns dias depois, ficar a poucos metros dele enquanto ele brinca. Em outro dia, fique do outro lado da sala e, depois, experimente se levantar. Mais adiante, saia da sala por um minuto ou dois. Com o tempo, seu bebê vai se acostumar com você saindo e voltando.

Crie rituais rápidos de despedida

Rituais e rotinas são importantes. Eles dão ao seu bebê estrutura e segurança para saber o que acontecerá em seguida. Ter um aperto de mão especial para “dar tchau” vai ajudá-lo a aprender que você pode sair dali por um tempo, mas ainda voltará mais tarde. Você pode experimentar movimentos especiais com as mãos, dar muitos beijos nele, ou deixá-lo com um cobertor ou um brinquedo especial. Lembre-se de sempre manter a despedida curta e doce. Se você demorar muito, o tempo de transição também se estenderá, e a ansiedade entrará em ação.

Espero que estas dicas ajudem! Deixe o seu comentário, contando o que você faz para ajudar seu bebê com a ansiedade de separação.