Category Archives: Desenvolvimento Socioafetivo

Entenda o temperamento do seu filho

Por que algumas crianças são tranquilas, enquanto outras são mais “difíceis”? Por que um irmão é tão diferente do outro? Tudo se resume ao temperamento.

Temperamento é algo inato, algo com o qual nascemos. Ele faz parte das conexões únicas do cérebro de cada indivíduo. Seu filho não escolheu o seu temperamento, e ele não age dessa maneira porque você fez (ou deixou de fazer) alguma coisa – embora as experiências e interações com as outras pessoas durante os primeiros anos possam modificá-lo.

Quando o seu filho começar a frequentar a escola, o seu temperamento estará bem definido e será facilmente identificado por aqueles que o conhecem. É muito provável que o seu modo de ser não mude muito no futuro. Como já mencionamos, essas características são inatas, algo com que seu filho nasceu e que são independentes das suas habilidades parentais. No entanto, a maneira como o seu filho se adapta ao ambiente depende muito da interação entre o temperamento dele e o seu, e de como as pessoas ao redor respondem à ele. Uma criança que se sente confortável em seu ambiente e com as pessoas que conhece, irá prosperar.

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Convivência com outras crianças: importância, benefícios e como estimular

Como sabemos, o ser humano é um ser sociável. Mais do que nos relacionar com outras pessoas, precisamos estar em sociedade para termos as nossas necessidades de interação atendidas — inclusive, as de afeto.

É por isso que desde os primeiros anos de vida, é fundamental que os nossos filhos pratiquem a convivência com outras crianças. É por meio dessa proximidade, com outros indivíduos iguais a eles, que os pequenos vão aprender a viver em sociedade e a desenvolver habilidades importantes, que vão desde a fala até a capacidade de compartilhar e de sentir empatia.

Mas quando começar a estimular essa convivência? Como fazer isso de forma saudável e natural? Confira algumas dicas e os primeiros passos agora mesmo!

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Meu filho é tímido. E agora? – Parte II

Na parte I desse artigo, falamos sobre como o temperamento e o ambiente em que uma criança cresce influencia no desenvolvimento da timidez, e como os estilos de criação e o apego aos pais são aspectos-chave para determinar esse tipo de personalidade. Porém, como isso impacta no futuro?

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Você pode observar a timidez desde as primeiras fases da vida, na reação temperamental do seu bebê e na sensibilidade e resposta de vocês, como pais, enquanto cuidam dele. Quando uma criança tem reações emocionais negativas muito fortes, cuidar dela pode ser algo que exige demais e seus pais podem encontrar dificuldade para agir com sensibilidade e apoiá-la da forma adequada. Como resultado, isso faz com que a criança não desenvolva um apego seguro. Em vez disso, ela desenvolve um estilo de apego ambivalente, que a levará a temer a rejeição e o fracasso, e a ser incapaz de lidar com situações e desafios sociais. Além disso, pesquisas descobriram que as crianças com apego ambivalente têm maior probabilidade de se tornarem retraídas e inseguras quando crescem e começam a frequentar a escola.

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A importância dos avós

Hoje em dia, os avós são muito mais do que visitas ocasionais que nos trazem presentes, eles desempenham um papel indispensável no desenvolvimento do seu filho. Segundo a Associação Americana de Sociologia (American Sociological Association), a relação entre avós e netos tem efeitos positivos no bem-estar psicológico de ambas as partes. Essas pessoas, que são pilares de sabedoria, força e apoio, têm conexões únicas com seus netos e contribuem para seu aprendizado e desenvolvimento. Continue lendo para saber mais!

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Como se desenvolvem as emoções do seu bebê

O desenvolvimento e a aparência das emoções do seu bebê seguem um processo ordenado que vai desde os sentimentos mais simples, até as emoções mais complexas com as quais todos estamos familiarizados. Segundo o Dr. PhD Michael Lewis, os recém-nascidos são capazes de mostrar três emoções básicas: interesse, angústia e satisfação. Seu recém-nascido mostrará essas emoções em resposta a processos internos, alterações fisiológicas ou estímulos sensoriais. À medida que seu filho continua a crescer, suas respostas emocionais ficam mais complexas.

Nos próximos 6 meses, essas reações primárias evoluirão para alegria, surpresa, tristeza, repulsa, raiva e medo. Essas emoções, como as primeiras que mencionamos, se desenvolvem conforme o bebê amadurece a nível neurológico e cognitivo.

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Dicas para construir uma comunicação positiva com seu filho

Como pais, nossos filhos constantemente nos colocam em posições onde devemos dizer “não” – e por bons motivos! “Posso comer bolacha no jantar?”, “Posso desenhar na parede?”. Instintivamente nós tendemos a responder “não” de maneira automática, mas será essa a melhor resposta? Usando a comunicação positiva, podem existir outras opções que são tão claras quanto, mas que demonstram aos nossos filhos que os ouvimos e entendemos porque eles querem o que querem.

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Meu filho é tímido. E agora? – Parte I

Todos nós sabemos que cada pessoa tem uma personalidade diferente. Existem aqueles que são muito sociáveis, enquanto outros são mais inibidos. Podemos até notar essas características em crianças pequenas e bebês! Mas o que é que faz uma criança ser tímida?

Claro que o temperamento desempenha um papel importante, esta é a parte inata da personalidade das pessoas, é algo aparente e que não muda muito ao longo da vida. Portanto, o temperamento pode predispor alguém a ser tímido e evitar situações sociais. No entanto, nem tudo está perdido! O temperamento pode ser influenciado pelas experiências e interações, especialmente nos primeiros anos de vida.

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6 dicas para pais de primeira viagem!

Se você acabou de virar pai ou mãe, ou está prestes a se tornar um, seu relacionamento e vida a dois mudarão e passarão por um processo de adaptação ao receber um novo membro na família. É importante que você encare este processo como normal e abrace as mudanças e aprendizagens que virão!

Existem muitos artigos sobre a importância da vida a dois do casal para o bem-estar individual de cada um. Mas, ter um relacionamento saudável e com comunicação aberta com o seu parceiro também impacta positivamente nas suas habilidades como pai ou mãe! Um estudo de 2013 dos psicólogos Clark, Young e Dow, da Universidade do Sul da Flórida, sugeriu que melhorar a qualidade do relacionamento dos pais impacta significativamente nas atitudes parentais. Mais especificamente, os pesquisadores descobriram que, depois de um workshop de seis semanas sobre como se relacionar melhor em casal (que trabalhou as habilidades de comunicação, expressão afetiva, consenso e satisfação), os casais não apenas melhoraram sua parceria, como também suas atitudes parentais. Os pais tornaram-se mais empáticos em relação às necessidades de seus filhos, passaram a acreditar menos nos castigos físicos e voltaram a ser mais pacientes.

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Aprenda 6 formas de lidar com o medo infantil e ajudar seu filho!

Enfrentar o medo infantil é uma situação corriqueira para aqueles que têm filhos. Como adultos, também sentimos medos em algumas situações e não seria diferente com as crianças. O medo é algo natural, um estado emocional que ativa sinais de alerta. Para as crianças, representa o amadurecimento de questões afetivas, como ansiedade e insegurança.

Crianças nunca devem deixar de serem amparadas. No entanto, é comum que pais e responsáveis não saibam lidar com receios e temores partindo dos pequenos. E para que você consiga ajudar o seu filho a lidar melhor com essas situações, preparamos este artigo. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

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5 dicas para brincar com o seu filho

Todos sabem que brincar é crucial para o desenvolvimento de bebês e crianças pequenas. Através das brincadeiras, os pequenos exploram e aprendem coisas novas sobre o mundo, adquirem novas habilidades, praticam sua criatividade e experimentam interações sociais. Aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo esses momentos do dia!

1. Deixe seu pequeno guiar a brincadeira. Não se preocupe se ele não usar os brinquedos como deveria, deixe-o explorar e ensinar a você novas maneiras de se divertir.

2. Seja paciente. Mostre ao seu filho como um brinquedo funciona, mas dê a ele tempo para manipulá-lo. Ajude-o somente quando necessário e não faça as coisas por ele, mesmo que ele leve mais tempo para concluir uma tarefa.

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