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O que aconteceu com os encontros românticos?

Quando você está em um relacionamento, estabelece alguns rituais e hábitos que mudam durante a gravidez. Sua noite de sexta-feira ou aquela taça de vinho para relaxar no final do dia, mesmo que pareçam insignificantes, fizeram maravilhas pela intimidade e conexão que existia entre vocês. Quando esses “rituais” mudam, seu parceiro pode sentir falta do tempo que costumavam passar juntos. Ele provavelmente sente mais falta do que você, por não estar passando pela experiência da gravidez. Você está em contato com seu bebê dia e noite, e é por isso que é normal que o seu parceiro sinta que está sendo deixado de lado.

Diz-se que a negligência e o ressentimento surgem quando “a vida passa”. Quando sua atenção está 100% concentrada em seu trabalho, tarefas domésticas ou redes sociais, é inevitável que isso absorva o tempo que você poderia dedicar ao relacionamento. Neste estágio, seu relacionamento não é mais apenas uma questão entre vocês dois, porque agora envolve um bebê. Portanto, criar uma forte base familiar deve ser a prioridade durante a gravidez. Há muitas coisas que você pode fazer para cuidar do seu relacionamento. E como tudo na vida, isso requer trabalho e perseverança.

Validação e gratidão serão muito importantes. Um estudo publicado pela revista Personal Relationships (Relações Pessoais, em inglês) diz que pequenos atos de gratidão modificam os sentimentos de satisfação, a conexão e a qualidade de um relacionamento. Encontre maneiras de ser grata ao seu parceiro todos os dias e use frases como “Eu gosto muito quando…” ou “Eu amo quando…”. O elogio, tanto público quanto privado, quase sempre faz com que a pessoa que o recebe se sinta valorizada e apreciada. Preste atenção aos detalhes e aja de acordo com eles quando notar que seu parceiro dá indícios de que quer fazer algo ou que há alguma tarefa que ele não quer fazer porque está muito cansado.

Não importa quão pequeno seja, tudo ajuda. Os detalhes de seus compromissos podem ter mudado (quem precisa de vinho?), mas a essência permanece a mesma. Passem um tempo juntos buscando novas formas de se conectar e mostrem como são gratos por terem um ao outro todos os dias.

Lidando com a família

Sendo pais de primeira viagem ou com mais experiência, vocês sabem que seu pequeno será motivo de muita expectativa e felicidade para suas famílias. Durante a gravidez, é importante estabelecer limites para os seus pais e sogros. Todos terão opiniões diferentes e provavelmente tentarão convencê-la a fazer as coisas como eles dizem. Mesmo que tenham boas intenções, lidar com tantos pontos de vista pode ser muito cansativo.

Será mais fácil estabelecer regras claras com seus pais sobre como você deseja criar o seu filho. Afinal, viveram juntos a vida inteira e você já sabe negociar com eles. Falar com seus sogros, por outro lado, pode ser mais complicado porque você pode, sem querer, chateá-los ou fazer com que se sintam excluídos. A primeira coisa que você precisa fazer é conversar com seu parceiro e chegar a um acordo sobre como lidarão com as opiniões e o quanto querem que eles se envolvam na vida do bebê.

O mais importante será chegar a um acordo com o qual todos fiquem felizes. Sua família tem as melhores intenções e os mais velhos acharão importante dar conselhos e falar sobre o que funcionou para eles. Os tempos mudam e provavelmente existem novas soluções ou truques para resolver as coisas, então, leve em consideração que eles querem ajudá-la e agradeça, mas fique segura sobre o que você fará. No final, você é a mãe e toma as decisões. Quando há algo que você não concorda, sugerimos o seguinte:

• Diga que você vai seguir as orientações do médico (eles provalvelmente vão aceitar mais facilmente).

• Deixe sua posição clara e coloque um ponto final, você não precisa convencer ninguém.

• Se excederem os limites, informe-os que isso a incomodou de maneira clara e empática.

• Não dê ouvidos a comentários irritantes (“ele deveria…”). Confrontos são muito cansativos e não há necessidade de transformar algo pequeno em uma guerra.

• Nunca diga que os conselhos deles não são bem-vindos.

Todos estão animados com a chegada do novo bebê, principalmente os futuros avós! É ótimo que eles queiram ajudá-la e que genuinamente se importem com o bem-estar da criança. Inclua-os em sua rede de apoio e estabeleça o tom do relacionamento que achar mais apropriado para você, seu parceiro, seu bebê e eles.

Relacionamento à prova de bebê

Uma parte importante de deixar o seu relacionamento à prova de bebê é a divisão do trabalho. Caso você ainda não saiba, ter um filho envolve muitas novas responsabilidades e tarefas. É bom pensar que podemos dar conta de tudo, mas a verdade é que muitas vezes precisamos de ajuda. Todas as tarefas domésticas contam. Há muitos estudos que estabelecem que é muito comum o ressentimento entre o casal depois que o bebê nasce. Quando algo tão simples quanto tirar o lixo tem o potencial de atrapalhar o relacionamento e criar um conflito, percebe-se o quanto é importante estabelecer papéis e responsabilidades no lar.

O ressentimento pode ocorrer em ambas as direções: você pode sentir que está carregando o peso do mundo sobre seus ombros e que seu parceiro não faz nada, e ele pode sentir que você o deixa de lado e não lhe pede ajuda. Para diminuir a probabilidade de isso acontecer, escreva duas listas de tarefas (uma relacionada ao bebê e outra relacionada ao trabalho doméstico). Seja bem específica, defina até os dias em que as coisas devem ser feitas (por exemplo, dar banho no cachorro todos os sábados) e, juntos, decidam do que cada um cuidará.

Não esqueça de dizer “obrigado!” e “bom trabalho!”. Esses pequenos gestos e palavras de gratidão farão com que seu parceiro se sinta mais confiante ao realizar uma tarefa e possa querer envolver-se mais e ajudá-la o máximo possível. Vocês também podem planejar uma troca de papéis, ou seja, um dia em que seu parceiro cuida do bebê. Exceto quando você precisar amamentar, seu parceiro passará o dia todo com o bebê e fortalecerá o relacionamento entre eles. Finalmente, programe “reuniões” mensais para rever como se sentiram, se querem mudar a forma como lidam com as coisas e fazer as mudanças relevantes à medida que seu bebê cresce e suas necessidades mudam.

É preciso duas pessoas para ter um bebê, e ninguém conhece melhor o seu relacionamento do que você, então converse com seu parceiro sobre diferentes cenários e possíveis soluções e continue a fortalecer seu relacionamento antes do nascimento.

Estilos parentais (parte I)

Já ouvimos centenas de vezes sobre os vários estilos parentais e talvez até tenhamos presenciado um excelente exemplo na cafeteria do bairro. Com tanta informação circulando, é fácil ficar ansiosa. No entanto, você deve saber que os estilos mais comuns são: democrático, autoritário, permissivo e negligente.

O estilo parental que você e seu parceiro decidirem implementar terá um impacto no ambiente em que seu filho crescerá. O estilo democrático é definido por pais calorosos e compreensivos, que estabelecem regras e expectativas claras, que apoiam seus filhos, valorizam a independência deles e os estimulam a serem autônomos. As crianças com pais democráticos tendem a ter melhor desempenho acadêmico, boa autoestima, boas habilidades sociais e, segundo alguns estudos, menor incidência de crimes.

Pelo contrário, o estilo autoritário caracteriza-se por ter e reforçar regras estritas, seguindo uma disciplina muito rígida, em que os pais, pouco compreensivos, têm grandes expectativas em relação aos filhos e os controlam com base em punições. As crianças que crescem com os pais que adotam esse estilo têm menor desempenho acadêmico, baixa autoestima, habilidades sociais precárias e, de acordo com alguns estudos, são frequentemente associadas ao abuso de substâncias e à delinquência.

O estilo permissivo é emocionalmente caloroso e compreensivo, estabelece poucas regras, com pais que se recusam a implementar a disciplina e têm dificuldade em dizer “não” para os filhos por medo de desapontá-los. O resultado é que eles têm filhos com comportamentos impulsivos, autocentrados, com pouco autocontrole, poucas habilidades sociais e relacionamentos problemáticos.

O último estilo de parentalidade é o negligente. Nele os pais são frios e distantes, não há regras, pois não estão envolvidos na vida de seus filhos e são indiferentes aos seus desejos e necessidades. Consequentemente, essas crianças tendem a ser impulsivas, não desenvolver sua inteligência emocional e cair no abuso de substâncias e delinquência.

Embora haja casos diferentes e exceções relacionadas à bagagem cultural e temperamento da criança, não é de surpreender que o estilo democrático tenha os melhores resultados no desenvolvimento das crianças. Analise as necessidades do seu filho (cada pessoa é única) e use este estilo aplicando diferentes abordagens.

Preparando seu animal de estimação para a chegada do bebê

Não é de surpreender que muitos pais se preocupem com a reação de seu animal de estimação quando o novo membro da família chegar. Como uma criança, seu animal pode sentir ciúmes ou querer competir pela sua atenção com a chegada do bebê. Da noite para o dia ele receberá menos atenção e haverá mudanças drásticas na rotina, cheiros e ruídos da casa. Pode parecer bobeira para algumas pessoas, mas para quem gosta de animais é muito importante preparar o seu cão ou gato durante a gravidez para esta importante transição.

Aqui estão algumas dicas para você começar hoje a preparar o seu animal de estimação para a grande mudança:

• Segurança em primeiro lugar. Leve seu animal de estimação ao veterinário para um exame completo, verifique se há infecções, pulgas ou carrapatos.

• Exponha seu animal de estimação a outros bebês. Convide parentes ou amigos que tenham bebês para que seu cão ou gato se acostume com eles e se familiarize com esses novos sons e cheiros.

• Animais agressivos. Se seu animal de estimação costuma ser agressivo e agora você pretende deixá-lo fora de casa, comece a fazer isso a partir de agora, antes da chegada do bebê.

• Peça para o seu parceiro introduzir seu animal de estimação a um objeto levado do hospital com o cheiro do bebê antes de levá-lo para casa. Dessa forma, seu cão ou gato reconhecerá o cheiro e saberá quem está entrando na casa.

• Estabeleça limites claros no quarto do bebê. Esta área deve ser estritamente proibida para o animal de estimação, pelo menos por enquanto.

• Quando o bebê chegar, por mais caótica que seja sua vida, tente manter a rotina com seu animal de estimação. Se você não conseguir levar seu cachorro para passear todos os dias, peça ajuda.

• Propicie momentos para o seu bebê e seu animal de estimação ficarem juntos sob supervisão. Coloque limites no animal de estimação enquanto ensina seu filho a se comportar com animais.

Você sempre pode procurar um treinador profissional ou, se você não estiver 100% seguro de que seu animal de estimação vai se comportar quando estiver com o bebê, considere encontrar uma nova casa para ele, dando prioridade à segurança do seu filho.

Empatia: a nova regra de ouro

Quantos de nós são realmente e sinceramente empáticos? Todos nós já ouvimos milhares de vezes que devemos nos colocar no lugar do outro, ver o mundo de uma perspectiva diferente ou tentar entender os sentimentos dos outros… Mas quantas vezes você cultivou esse hábito ou sua capacidade de compaixão genuinamente se preocupando com outra pessoa?

Ser empática inclui você e os outros, e é um trabalho árduo. Mas também fará maravilhas pelo seu relacionamento, agora que seu bebê está a caminho. Você precisará ser capaz, agora mais do que nunca, de se conectar ao seu parceiro para saber como ele se sente. Dessa forma, vocês podem resolver qualquer problema ou obstáculo que surja e superar a situação.

Algo complicado sobre empatia é que ela pode ser facilmente confundida com condescendência. Seu parceiro precisará que você faça um esforço durante esse período e que genuinamente se preocupe com o bem-estar e a felicidade dele, não que você sinta pena, mas que entenda que trocar fraldas é uma tarefa difícil. Você entende a diferença? A segunda complicação da empatia é que, como tudo na vida, você tem que trabalhar nisso repetidas vezes.

Mas não se preocupe! O Kinedu traz alguns passos simples para cultivar sua empatia todos os dias e estar pronta para quando o grande dia chegar. 1. Ouça atentamente a pessoa que está falando (concentre-se no que está acontecendo, não se distraia). 2. Pense em alguma qualidade que você aprecia em cada pessoa com quem você interage (mesmo aquele colega que não gosta tanto de você). 3. Toda noite, pense em algo que você aprecia em si mesmo e aprenda a se valorizar e reconhecer o impacto que você tem em sua família, grupo de amigos, seu trabalho ou no mundo.

Resumindo, a empatia é uma habilidade que, como qualquer outra, deve ser praticada todos os dias para ser eficaz. Não é preciso dizer que isso fortalecerá o relacionamento com seu parceiro e criará um ambiente perfeito para o desenvolvimento do seu bebê. Procure oportunidades para crescer todos os dias!

Preparando os irmãos

Se o seu bebê vai se juntar a uma família que já tem outros membros, é uma boa idéia começar a preparar os seus filhos para a chegada de um novo irmão. Se você for mãe de primeira viagem, guarde este artigo para o futuro. Cada criança é diferente e, de acordo com a idade, reagirá de uma maneira ou de outra à mudança. Abaixo você encontra dicas de como preparar seu bebê ou criança em idade pré-escolar. Algumas dicas funcionam para todas as idades, misture-as e encontre a estratégia que funciona melhor para sua família.

Bebês (12-36 meses)

• Fale constantemente sobre bebês para que ele se acostume a pensar sobre eles.

• Fale sobre o novo bebê, aja de maneira feliz e envolva-o na chegada do novo membro da família.

• Conte histórias que falam sobre bebês e irmãos.

• Use as palavras “irmão” ou “irmã” todos os dias.

• Envolva seu filho e leve-o para comprar roupas de bebê, brinquedos ou preparar o quarto.

• Deixe-o sentir como o bebê chuta ou se move dentro de sua barriga.

• Se você tiver a possibilidade, visite parentes ou amigos que tenham bebês para que seu filho se acostume a vê-la com um bebê no colo e aprenda a interagir com ele.

Pré-escolares (2-5 anos)

• Nessa idade, seu filho é muito ligado a você e fica chateado com muitas mudanças. Tenha cuidado e certifique-se de que você percebe como ele se sente e quaisquer sinais de estresse, desconforto ou tristeza.

• Leia livros sobre gravidez e sobre irmãos.

• Fale sobre a responsabilidade de ser o irmão mais velho.

• Diga como os bebês agem, explique o que um bebê pode ou não fazer, o que esperar e como ele pode ajudá-la a cuidar do bebê.

• Antes de dar as coisas antigas do seu filho para o novo bebê, pergunte se ele concorda e deixe-o brincar com as coisas uma última vez. Certifique-se de que ele concorda em dar algo ao irmão mais novo e não permita que nenhum ressentimento surja entre eles.

Não deixe essa transição tão importante para a última hora. Comece a ensinar o seu filho a ir ao banheiro ou mude-o de quarto com antecedência. Quanto mais ele estiver envolvido, mais fácil será a transição para ele. Não deixe que ele se sinta rejeitado ou esquecido e tranquilize-o envolvendo-o no processo de preparação para a chegada do novo bebê!

Cuide do seu relacionamento

“Imagine que você quer cultivar uma horta. Você prepara a terra, planta as sementes e as rega. Você para e admira seu trabalho com orgulho. Agora parece que tudo está pronto para seus legumes crescerem. Mas o que acontece se você não der atenção ao jardim e voltar depois de alguns meses pensando “hmm, vou colher alguns tomates maduros”. O que você vai encontrar? Muitas plantas secas”. Bento Leal escreveu isso fazendo uma analogia a um relacionamento, apontando que quando você dá as coisas como certas, o relacionamento pode desmoronar.

A gravidez é o momento em que seu corpo é nutrido e preparado para receber seu bebê. É também um tempo para aproveitar e preparar seu relacionamento para o que está por vir.

Tornar-se mãe é uma grande mudança. Você está provavelmente mais cansada do que o habitual e é invadida por um monte de emoções diferentes todos os dias. Pode ser que o seu parceiro procure um momento de intimidade e você só queira dormir. Às vezes pode ser mais fácil evitar uma conversa desagradável, ignorar o problema e esperar passar. O problema é quando isso se torna a regra e não a exceção.

A melhor coisa que você pode fazer pela sua família em crescimento é atacar os problemas direto na raiz. Não evite o assunto e confronte-o diretamente. Quando surgir a oportunidade de falar sobre algo importante, tente seguir estas dicas para se certificar de que você diz o que precisa ser dito e que quem ouve entende perfeitamente: 1. Organize suas idéias antes de falar. Não diga a primeira coisa que vem à mente no calor do momento. 2. Respeito é fundamental. Escolha suas palavras, seu tom de voz e sua linguagem corporal. 3. Seja claro sobre o que você quer ou precisa. Não deixe espaços em branco para a outra pessoa preencher. Ninguém consegue ler sua mente e saber o que você espera dos outros. 4. Pare e ouça. Entre uma ideia e outra, dê tempo ao seu parceiro para reagir e responder.

Desentendimentos surgirão entre você e seu parceiro sobre como querem criar seus filhos. É por isso que é importante que pratiquem suas habilidades de comunicação e criem um ambiente de apoio no qual enfrentam e resolvem problemas juntos.

As cinco linguagens do amor

A dinâmica familiar com a qual você estava acostumada provalvemente deu um giro de 180º nos últimos meses. Um recém-nascido quase sempre tem um impacto (especialmente no começo) no relacionamento com seu parceiro. Se forem pais de primeira viagem, a transição da lua de mel para a hora de trocar fraldas pode ser difícil. Se você já passou por isso antes, sabe melhor do que ninguém que trazer uma nova pessoa para o mundo (por menor que ela seja) inevitavelmente mudará as coisas entre vocês dois. Preparar seu relacionamento para essa grande mudança é tão importante quanto se preparar para a chegada do bebê. Vocês podem se incomodar com mais frequência ou preferir dormir ao invés de passar um tempo juntos ou algo mais íntimo. Com horários caóticos, as pequenas coisas são as que são esquecidas primeiro.

O livro de Gary Chapman, As 5 Linguagens do Amor (Five Love Languages), tornou-se popular há vários anos e afirma que as pessoas “falam” línguas diferentes de amor. Cada um de nós expressa e percebe o amor dos outros de uma maneira diferente. O que a teoria sugere é que os casais aprendam o idioma que cada um fala e ajuste o tipo de sinal que dão para seus parceiros.

Segundo o autor, existem cinco maneiras pelas quais as pessoas expressam e percebem o amor:

• Qualidade de tempo: você se sente amado quando seu parceiro lhe dedica toda a atenção (uma refeição sem usar o celular).

• Formas de servir: você valoriza os pequenos gestos que seu parceiro faz por você (como colocar roupas para lavar ou cozinhar algo que você gosta).

• Palavras de afirmação: expressar ou sentir amor através de elogios e palavras de apreço.

• Receber presentes: você se sente amado quando seu parceiro pensa em você e lhe traz algo (o presente é algo simbólico, um sinal de que ele se lembrou de você naquele dia. O importante é o gesto, não o preço).

• Toque físico: você se sente amado quando estão de mãos dadas, abraçados ou se tocam.

Quanto mais cedo você descobrir que língua você fala e qual o seu parceiro está falando, mais cedo vocês podem fortalecer o vínculo que os une. Talvez seu parceiro goste de receber elogios ao invés de ter ajuda nas tarefas. Tente incluir essa linguagem de amor em suas ações e veja como o relacionamento entre ambos é fortalecido e fica melhor preparado para receber o bebê.

O quarto do bebê

Algo divertido que você pode fazer durante a gravidez é preparar o quarto do seu bebê e ter tudo pronto para o dia em que ele chegar. Se você já tem outros filhos, talvez você só precise corrigir uma ou outra falha ou dar um toque final. Se for uma mãe de primeira viagem, você pode começar do zero. Independentemente da sua situação, aqui está uma lista de coisas essenciais que o quarto deve ter:

• Berço: escolha um berço sólido e de cor neutra que você possa usar com outro futuro bebê. Você pode optar por um berço que se transforma em uma cama infantil (mas se você pretende reutilizar o berço no futuro, não ajudará muito). Antes de tomar uma decisão e comprar o berço, verifique o histórico da empresa que o fabrica para garantir que sigam as medidas de segurança.

• Colchão para o berço: escolha um que seja firme e leve (de preferência de espuma, para facilitar a troca de lençóis e a elevação).

• Moisés: não é realmente essencial, mas como é menor do que um berço, é mais fácil colocá-lo no seu quarto durante as primeiras semanas após o nascimento. Dormir com o seu bebê no mesmo quarto ajudará você a estabelecer horários de amamentação e diminuir o risco de síndrome da morte súbita. Assim como no berço, priorize a segurança ao comprar o Moisés.

• Babá-eletrônica: fique tranquila e acompanhe o seu bebê o tempo todo com um monitor de áudio ou até mesmo de vídeo.

• Cadeira de balanço: o mais importante é o conforto. Veja diferentes opções e escolha aquela que você e seu parceiro mais gostam. Se você tem outras crianças ou planeja ter outro bebê, existem algumas cadeiras que possuem trava de segurança para evitar acidentes.

• Lata de lixo para fraldas: embora não seja essencial, facilitará a sua vida e manterá o quarto do seu bebê livre de maus odores.

• Trocador: pode ser uma mesa ou um tapete. Ambos cumprem a função e, na realidade, decidir sobre um ou outro dependerá do espaço disponível. Se você decidir comprar um móvel, escolha um que possa ser usado posteriormente (como cômoda ou lugar para guardar coisas).

Estas são apenas algumas das coisas que você precisa ter antes do nascimento do seu bebê. Lembre-se de que você está montando o espaço em que seu filho crescerá, divirta-se decorando-o e pense em todos os bons momentos que viverá ali!