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A amamentação prolongada é para mim?

Ajude o seu bebê a dormir melhor.

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Decidir quando parar de amamentar é uma questão bastante pessoal. Você e seu filho sabem o momento certo melhor do que ninguém. Mesmo que seu bebê provavelmente já seja um especialista em comer alimentos sólidos e o leite materno não seja sua principal fonte de nutrição, ele ainda fornece energia, vitaminas e anticorpos que fortalecem a imunidade do seu filho. Além disso, a amamentação continua sendo uma grande fonte de conforto e segurança. Apesar do fato de que a dependência excessiva das crianças por causa da amamentação esteja sendo criticada, pesquisas mostram o contrário. Você pode continuar amamentando para tranquilizar seu bebê quando ele estiver doente, alterado, machucado, ou apenas porque você quer continuar fazendo isso. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomendam a amamentação contínua junto com alimentos complementares até os dois anos ou mais.

Lidando com críticas

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As pessoas parecem sempre ter uma opinião sobre tudo – e sobre amamentar durante o primeiro ano, ou mesmo depois dos seis meses, não é uma exceção. Não deixe as críticas afetarem você. A amamentação é um ato natural cheio de amor e ternura! O melhor indicador para saber se você está certa é o seu próprio instinto, o apoio do seu parceiro – nunca a opinião dos outros. Da mesma forma, se você acha que a amamentação não afeta o crescimento social do seu filho, e nem interfere entre você e seu parceiro, apenas continue amamentando.

Uma sugestão dos especialistas é que você crie uma palavra que só você e o seu filho conheçam, e que ele pode dizer a você quando quiser mamar. Você também pode decidir amamentar apenas em casa; assim, seu filho saberá que, quando estiver fora, ele beberá leite diretamente da mamadeira, e não do seu peito. Lembre-se de ouvir seu instinto e pensar sobre o que é melhor para você e para o seu bebê.

É fato que você terá que ouvir algumas opiniões não solicitadas da família ou de amigos próximos. Ouça-os e agradeça pela preocupação deles. Use o seu senso de humor para manter a leveza da conversa, e lembre-se de que, no fim das contas, você é quem decide o que é melhor para o seu filho!

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