Agora que o seu bebê está a caminho, é hora de melhorar seus hábitos alimentares e fazer todas as mudanças necessárias para ter um estilo de vida mais saudável. Comer é uma das atividades mais importantes de nossas vidas e, hoje em dia, fazer escolhas saudáveis pode ser complicado. Quando você é bombardeada com estratégias de marketing, é fácil ser enganada e acreditar que um produto é saudável quando, na verdade, está cheio de gorduras, açúcar e sódio. Embora seja recomendado evitar alimentos processados, às vezes não temos opção. Continue lendo e nós ensinaremos você a ler tabelas nutricionais como um especialista e tomar decisões inteligentes quando for ao supermercado.

Para começar, vire o produto e encontre o rótulo onde está escrito “informação nutricional”. Veja o seguinte:

• Tamanho da porção e número de porções por embalagem: Esta seção informará o tamanho da porção e quantas estão no pacote. Leia sempre quantas porções cada embalagem tem, porque a informação nutricional lhe dará informações sobre cada porção. Por exemplo, se o pacote tem oito biscoitos e diz que contém duas porções, isso significa que você deve multiplicar o total de calorias, gorduras e açúcares por dois. Ao fazer isso, você pode perceber que deve procurar uma opção mais saudável.

• Calorias (valor energético): veja quantas calorias a porção contém. Tome cuidado com a quantidade de calorias por pacote, mas lembre-se de que contar calorias não determina necessariamente se um alimento é saudável ou não. Por exemplo, nozes e abacates são ricos em calorias, mas são muito saudáveis. O que importa é que você controle a quantidade de cada porção e escolha a opção que oferece mais nutrientes. Como regra geral, 40 calorias é pouco, 100 calorias é moderado (e uma boa opção para um lanche) e 400 calorias é muito alto.

• Gorduras (lipídios): esta seção apresenta o total de gorduras e as divide. As gorduras insaturadas encontradas no azeite e no abacate são as mais saudáveis. As gorduras saturadas contidas na carne e na manteiga devem ser consumidas com moderação. Evite gorduras trans tanto quanto possível, pois são associadas a problemas cardíacos.

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• Açúcares (carboidratos): Preste atenção ao teor de açúcar do que você compra. Segundo a American Heart Association (Associação Americana do Coração, em inglês), as mulheres não devem consumir mais de 25 gramas (6 colheres de chá) de açúcar por dia. Para converter de gramas para colheres de chá, divida o número por quatro. Esta recomendação não inclui os açúcares encontrados em frutas ou produtos lácteos, por isso é difícil exceder o limite recomendado se você não consumir alimentos processados. Se fizer isso, verifique quanto açúcar foi adicionado.

• Fibras: Ao ler as informações nutricionais, escolha produtos que contenham fibras, pois são muito boas para estabilizar o açúcar no sangue e retardar a fome. Além disso, são necessárias para que o sistema gastrointestinal permaneça saudável.

• Sódio: Os alimentos processados geralmente contêm muito sódio, porque ele ajuda a manter os alimentos frescos por mais tempo. De acordo com as organizações de saúde mais importantes, o sódio é um mineral importante que deve ser incluído em todas as dietas. Recomenda-se uma ingestão diária inferior a 1500 mg e, acima de tudo, que não exceda 2300 mg.

• Vitaminas: Esta seção menciona as vitaminas e minerais que o produto possui, mas tenha cuidado, porque isso pode ser uma propaganda enganosa. Muitas empresas adicionam vitaminas e minerais aos produtos para aumentar as vendas, mas isso não os converte automaticamente em alimentos saudáveis.

• Ingredientes: Normalmente você encontrará a lista abaixo, ao lado ou acima da informação nutricional. Lá estão listados, de maior para menor quantidade, todos os ingredientes que o produto contém. Isto é, o primeiro ingrediente que aparece é o mais abundante. Quanto menos ingredientes o produto tiver, melhor e mais saudável.

Esses oito fatores-chave são muito importantes ao comprar alimentos processados, mas lembre-se de consumi-los o mínimo possível e dar preferência a alimentos que não tenham rótulos, como frutas, legumes ou carne magra.