Aprendendo a se comunicar: sinais não verbais

É difícil pensar em viver uma vida sem nenhum tipo de linguagem, pois este é o nosso principal meio para comunicarmos nossos pensamentos, desejos e necessidades às outras pessoas. Os bebês vivenciam isso todos os dias antes de aprenderem a falar e, por isso, utilizam outras formas de comunicação não-verbal para se comunicarem.

Os bebês têm um forte desejo de se conectar com os outros. Mesmo antes de poderem falar, eles usam sons não-verbais e a linguagem corporal para atingir esse objetivo. Os bebês são comunicadores ativos, mas ainda não possuem a língua para verbalizarem o que sentem. Se você observar atentamente, verá como eles se comunicam mesmo sem as palavras. Eles estão buscando obter uma resposta de seus cuidadores e, quando conseguem, aprendem a repetir essas mesmas ações para que suas necessidades sejam atendidas.

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Perto do coração: o que é e quais as vantagens do babywearing?

É provável que você já tenha se deparado com os termos “baby wearing”, “canguru” ou “wrap sling”, já que eles parecem ter invadido as redes sociais, os blogs de maternidade e até mesmo a moda dos recém-nascidos.

Junto com esse aumento de popularidade, questões importantes podem surgir a respeito desse tema, como “o que é babywearing?”, “como uso um canguru?”, “os wrap slings são seguros?”, entre outras. Não se preocupe, pois, no post de hoje, vamos explorar algumas dessas questões, para que você possa decidir se é algo que você gostaria de tentar ou não.

De acordo com a ONG Babywear International, babywearing refere-se à prática de usar um “carregador de bebê” para manter o seu filho perto do seu corpo enquanto você realiza suas atividades diárias. Esse método de carregar o bebê ao longo do dia é um costume em muitas culturas nativas do México, do Peru, da Indonésia, etc., e tem se mostrado uma ferramenta segura e eficaz para muitos cuidadores ao longo dos séculos. Hoje, existem diversos tipos de “carregadores de bebês” no mercado, então, é possível encontrar opções para todos os gostos e bolsos.

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O que estimula o bebê a andar?

Quando uma criança está aprendendo a andar e cai 50 vezes, ela nunca pensa: “será que isso não é para mim?”.

Você descobrirá em breve o quanto o seu bebê pode ser persistente. Por menor que ele seja, ele é um indivíduo obstinado, que a deixará maravilhada ao observar o modo como ele enfrenta os desafios em seu desenvolvimento. A importância de dar os primeiros passos e começar a praticar a andar, vai além de um simples marco de desenvolvimento.

Para entender melhor essa imensa transição, precisamos primeiro reconhecer que, ao andar, seu bebê estará abandonando seu “status” de um excelente engatinhador, deixando sua zona de conforto e optando voluntariamente por ser um andador descoordenado e pouco qualificado. Quando seu filho é um ótimo engatinhador, ele consegue se mover facilmente por todo o ambiente, explorando, navegando e evitando os obstáculos. Por outro lado, ao começar a andar, ele não tem essas vantagens. Para ele, cada passo é complicado e a queda é sua única certeza. Então, como o seu bebê persiste em andar mesmo com tudo isso?

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