É comum que muitas crianças escolham um objeto transicional, algo que traga conforto e segurança. Compreenda mais sobre essa importante fase do desenvolvimento do bebê!

Alguns bebês podem se apegar a um ursinho de pelúcia, a um boneco, a uma mantinha ou até mesmo a uma fralda pano. Eles gostam de ter esses itens por perto, principalmente na hora de dormir. Estamos falando do objeto transicional.

Mais do que um simples objeto, esse ursinho de pelúcia ou fralda de pano tem um significado muito maior para o pequeno. Na verdade, reflete o desenvolvimento do bebê e o entendimento de que ele é alguém, ou seja, um ser desvinculado de sua mãe.

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Quer entender melhor o que é o objeto transicional, qual a sua importância e até que idade a criança fica apegada a esse item? Confira em nosso post!

Afinal, o que é objeto transicional?

O objeto transicional, ou objeto de transição, representa a transição do bebê, quando ele compreende que é um ser separado da mãe. Desse modo, esse objeto tem a função de:

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  • fazer a transição dessa separação;
  • trazer carinho e conforto, principalmente quando a mãe está longe;
  • mediar as emoções da criança enquanto ela ainda não sabe como expressar esses sentimentos.

Por que o objeto transicional é importante para a criança?

Quando o bebê nasce, sua percepção é de que ele e a mãe são a “mesma pessoa”. Ele não consegue se ver como um ser separado. Contudo, com o passar do tempo (entre os 8 e 12 meses), ele passa a entender que é um “ser próprio”.

No entanto, essa etapa não é nada fácil, afinal ele percebe que está separado da mãe. Para driblar esse desconforto, acaba escolhendo um objeto transicional, que pode ser um boneco, ursinho ou até algum cobertor, criando um apego com esse item.

Dessa forma, o pequeno passa a usar esse objeto de transição em diferentes momentos do dia para se sentir mais confortável e seguro quando a mãe não está por perto. Então, é normal que muitas crianças vivenciem essa fase.

Como os pais podem lidar com essa forma de apego?

Muitos pais ficam incomodados com a criança que não larga o cobertor ou o ursinho preferido. Bom, como explicamos, esse item tem um valor para o pequeno, por isso, não é recomendado criticar ou retirar o objeto dele.

Esse é o jeito pelo qual ele está aprendendo a se relacionar com o mundo, quer dizer, trata-se de um suporte para o seu desenvolvimento, e, por isso, é necessário a compreensão da família. Algumas dicas podem ajudar a lidar com essa fase:

  • restrinja o uso do objeto somente para os momentos em que a criança estiver em casa ou na hora de dormir;
  • lave com frequência o item para evitar o acúmulo de sujeira e até o apego do pequeno ao cheiro;
  • se possível, tenha um objeto idêntico, caso a criança perca o primeiro.
  • caso o objeto esteja causando causando algum problema de saúde para o seu filho, converse com o pediatra sobre isso.

Agora você já sabe que o objeto transicional é algo natural para muitos bebês, pois marca uma nova etapa do seu desenvolvimento. Muitos abandonam a fraldinha ou o bichinho de pelúcia entre os 2 e os 5 anos sem traumas, por isso não há motivo para se preocupar com essa questão ou retirar o objeto da criança.

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