Ter ou não um segundo filho é algo que pode gerar dúvidas para o casal. Neste artigo, falaremos sobre 4 fatos, desmistificando assuntos mais delicados.

À medida que a primeira criança da família vai crescendo, pode ir batendo uma vontade de ter outro bebê e passar pelos momentos mágicos da gravidez novamente. Porém, muitas famílias têm algumas dúvidas sobre ter um segundo filho e muitas mamães podem ter medo ou receio de engravidar novamente.

Pensando nisso, desenvolvemos este artigo. Aqui, nós vamos mostrar que não existe o momento ideal para ter um segundo filho. Falaremos sobre como os custos podem ser menores do que o imaginado, como crescer com irmãos pode ensinar coisas valiosas às crianças, sobre amamentação durante a segunda gestação e o que esperar da gravidez. Acompanhe!

1. Ter um segundo filho custa menos do que você imagina

Quando um casal começa a pensar em um segundo filho, a primeira preocupação que aparece, normalmente, é em relação ao aumento dos custos. A surpresa é que esses gastos são menores do que a gente imagina. Isso porque algumas coisas que geram gastos grandes, com berço e carrinho, podem ser reaproveitadas.

Durante a segunda gestação, também, os pais já são experientes e sabem exatamente como é sua rotina com um bebê em casa. Assim, as chances de gastar com itens que não serão usados caem muito.

2. Crescer com irmãos dá mais responsabilidade para as crianças

Quando existe mais de um filho na família, as crianças têm mais oportunidades de, desde muito cedo, aprenderem coisas que podem demandar ações mais maduras. Com a chegada de um irmão, o filho mais velho vai aprender a dividir coisas materiais e sentimentais de uma forma prática.

Além disso, ele também vai ver que algumas reações que surgem por causa do ciúme são inaceitáveis dentro do convívio familiar, entendendo melhor como lidar melhor com suas emoções e aprendendo que o irmão mais novo não chegou para subtrair nada da rotina da família, mas para acrescentar.

kinedu-manualPowered by Rock Convert
kinedu-developmentPowered by Rock Convert

3. Amamentar durante a gravidez não faz mal

Existe um pensamento entre algumas famílias de que, quando a mulher engravida do segundo filho enquanto o primeiro ainda mama, é preciso interromper a amamentação. A preocupação aparece como forma de tentar garantir uma boa saúde do filho que ainda não nasceu.

O medo é compreensível, pois é normal evitar qualquer tipo de risco, entretanto, em uma gravidez saudável, não existem evidências de que continuar amamentando irá privar o bebê que está dentro da barriga de ser nutrido adequadamente.

Outra preocupação que a família pode ter é se a produção de ocitocina vai acabar estimulando um trabalho de parto antes da hora. A boa notícia é que não existem conexões que liguem amamentação a abortos ou partos prematuros em uma gravidez normal. Isso porque o útero só fica sensível a esse hormônio com a proximidade do parto.

4. A segunda gravidez vai ser diferente da primeira

Por não ser mais uma novidade, a segunda gravidez tende a ser um pouco mais tranquila para as mães, contudo, é preciso entender que cada gestação é única e que a segunda vai ser diferente da primeira.

Na segunda gestação, a barriga tende a crescer mais rápido, por exemplo — por conta de memórias musculares —, e a mulher pode se sentir mais cansada, pois precisa cuidar do primeiro filho e de seu próprio corpo, que nutre o segundo filho. Assim, é importante se cuidar e descansar bem nas horas que conseguir.

Para finalizar, precisamos reforçar o quanto é importante fazer com que o filho mais velho não se sinta excluído da família, evitando ao máximo as situações de ciúmes. Independentemente de sua idade, é legal que os pais o incluam nas atividades feitas com o segundo filho, que continuem se conectando, que tenham empatia nos momentos mais problemáticos e tirem um tempo só deles.

Gostou de saber mais sobre ter um segundo filho? Então deixe seu comentário contando suas experiências. Nós vamos adorar ter essa conversa!