9 formas de desenvolver crianças resilientes

Como pais, estamos tentando minimizar constantemente o medo e a incerteza para os nossos filhos, mas será que estamos fazendo a coisa certa? Como podemos conseguir afeto e compreensão ao invés de transmitirmos ansiedade e medo? Precisamos entender que não é possível protegermos nossos filhos de todos os perigos e decepções deste mundo. No entanto, isso não quer dizer que eles devam descobrir tudo sozinhos – os pais têm um papel importante em fornecer às crianças as ferramentas necessárias para navegar pela vida e criá-las para serem adultos resilientes.

O que significa ser resiliente? Segundo a American Psychological Association (APA), a resiliência é "a capacidade de se adaptar bem à adversidade, ao trauma, à tragédia, às ameaças ou até mesmo a fontes significativas de estresse". Ao contrário do que a maioria das pessoas pode pensar sobre esse tema, não é que as pessoas resilientes não sejam afetadas pela adversidade – elas são capazes de lidar e superar os desafios de forma eficaz, e até mesmo de saírem fortalecidas pelos eventos!

Criar crianças resilientes é possível, você só precisa estimular as habilidades necessárias para lidar com as dificuldades futuras e se recuperar delas. Se você fornecer ao seu filho as ferramentas certas para enfrentar os desafios, ele poderá navegar pela vida com mais eficiência.

Você pode começar a promover essas habilidades desde cedo, então aproveite! Na verdade, o papel que você desempenha nos primeiros anos do bebê é muito importante na promoção dessas habilidades. Em suma, você deve fornecer um cuidado responsivo e um ambiente positivo para o seu bebê. Mesmo que as crianças pequenas não sejam capazes de expressar em palavras certos sentimentos, elas ainda estão conscientes do ambiente ao seu redor e podem absorver eventos assustadores que presenciam ou conversas que ouvem. Então você deve procurar por sinais de medo e ansiedade que seu filho possa demonstrar. Por exemplo, seu filho ficou mais apegado do que o normal? Ou ele está demonstrando certos comportamentos que podem ser sinais de ansiedade? Lembre-se de estar atento e usar brincadeiras como uma forma de ajudar seu filho a expressar seus medos! O uso de jogos de arte e simulação é uma ótima maneira de as crianças comunicarem o que não conseguem expressar em palavras.

Se você deseja promover a resiliência em seu filho, aqui estão algumas dicas que você pode seguir:

  1. Erros são oportunidades para aprender. Ensine seu filho a abraçar o fracasso. Para fazer isso, comece ensinando-lhe que o esforço contínuo, a prática e o aprendizado são as chaves para o sucesso! Certifique-se de que ele não veja os contratempos como assustadores, de modo que ele possa estar disposto a correr riscos e tentar coisas novas!
  2. Promova a responsabilidade atribuindo responsabilidades. Evite “mandar”, isso não promoverá a responsabilidade. Em vez disso, ofereça oportunidades para que ele seja responsável. Por exemplo, ele pode ajudar com certas tarefas da casa, e envolver-se em fazer coisas para os outros.
  3. Estimule a tomada de decisões. Incentive seu filho a tomar decisões e deixe que ele saiba que você o apoia. Faça-o pensar em diferentes cenários e possibilidades para que, se ele tomar uma decisão ruim, você possa oferecer orientação ou perguntar a ele: "Eu me pergunto o que poderia acontecer se fizéssemos isso…". À medida que ele cresce, você pode gentilmente empurrá-lo para fora de sua zona de conforto, incentivando-o a experimentar novas atividades. Isso exercitará seu sistema de resposta ao estresse, como qualquer experiência nova faz – por exemplo, ir à casa de um amigo para brincar pela primeira vez.
  4. Ensine-o a fazer amigos e ajudar os outros. Ensine seu filho a ser amigo, a fim de fazer amigos e desenvolver a habilidade de empatia. Construa uma forte rede familiar para apoiar seu filho em suas decepções. Ter apoio social fortalece a resiliência.
  5. Crie rotinas. O uso de uma rotina pode ser reconfortante para as crianças, especialmente as mais novas, que anseiam por estrutura em suas vidas.
  6. Ensine o autocuidado. Seja um exemplo para o seu filho! Ensine-o sobre a importância de ter tempo para comer adequadamente, exercitar-se e descansar. Certifique-se de fornecer equilíbrio, para que ele tenha tempo para se divertir! Faça sua programação de forma que ele tenha tempo para relaxar.
  7. Ensine sobre o foco em objetivos. Ensine o seu filho a estabelecer metas, e depois a perseguí-las. Quando ele se mover em direção a um objetivo, mesmo que lentamente, e depois receber elogios por isso, ele verá o que já realizou, em vez de focar no que ele ainda precisa alcançar. Isso irá ajudá-lo a ter resiliência para avançar diante dos desafios.
  8. Cultive uma visão positiva. Quando seu filho crescer, ajude-o a lembrar como ele teve sucesso em lidar com dificuldades no passado, e certifique-se de que ele entenda que as dificuldades do passado o ajudaram a construir a força para lidar com desafios futuros!
  9. Evite perguntas que comecem com "por que" – use "como". Ao fazer isso, você ensinará seu filho a avaliar as opções e decidir qual delas é melhor.

A resiliência faz uma grande diferença na vida. As pessoas que respondem às dificuldades com resiliência são mais saudáveis, mais longevas, mais felizes em seus relacionamentos, mais bem-sucedidas na escola e no trabalho, e confiantes o suficiente para explorar seu mundo! Lembre-se que a família age como um cobertor de segurança. Por isso, promova a proximidade da família e certifique-se de que seus filhos recebam muito amor e apoio.

10 maneiras de reduzir o risco de morte súbita infantil (SMSI)

A síndrome da morte súbita infantil (SMSI) – o pior pesadelo dos pais – é a principal causa de morte de bebês de 1 a 12 meses de idade nos Estados Unidos. Ela não é uma doença ou um vírus, mas um diagnóstico dado quando não há causa aparente para a morte súbita de uma criança com menos de um ano. A SMSI geralmente ataca durante o sono, entre 22h e 10h, enquanto os bebês estão em seus berços. Como o nome indica, é repentina e vem sem aviso prévio. Um bebê aparentemente saudável pode repentinamente sucumbir à síndrome. Mesmo com anos de pesquisa, ela permanece imprevisível. A incerteza e a falta de respostas são o que a torna tão assustadora para os pais. Antes que a preocupação noturna lhe impeça de dormir, saiba que há coisas que você pode fazer para reduzir o risco de morte súbita do seu bebê. Abaixo estão 10 recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP) – elas levaram a uma redução de 50% dos casos de morte súbita nos Estados Unidos:

  1. Seu bebê deve dormir de barriga para cima – isso é vital, e deve acontecer o tempo todo. Se você está preocupada com asfixia, saiba que ela é muito rara. Bebês saudáveis ​​tendem a engolir ou expelir fluidos automaticamente. No entanto, se seu bebê sofre de refluxo gastrointestinal crônico ou de uma má-formação das vias aéreas superiores, converse com o seu médico sobre a melhor posição para o seu bebê dormir. Quando seu bebê for capaz de rolar, o que acontece em torno dos 6 meses, deixe-o escolher sua posição de dormir.
  2. Seu bebê deve dormir em uma cama firme, sem brinquedos ou roupas de cama – Sempre coloque seu bebê em um colchão firme e evite travesseiros, colchas, almofadas ou bichinhos de pelúcia. Esses itens podem dificultar a respiração do seu bebê.
  3. Mantenha seu bebê longe da fumaça do cigarro. Isso também vale para as mulheres grávidas. Fumar durante a gravidez está associado a um aumento no risco de morte súbita.
  4. Seu bebê deve dormir no berço dele, mas no mesmo quarto que você. Seu bebê pode ficar na sua cama enquanto você cuida dele ou o amamenta, mas, quando estiver pronto para dormir, ele deve ser colocado no berço, perto de você.
  5. Amamente o máximo que puder. Estudos demonstraram que o aleitamento materno pode ajudar a reduzir o risco de morte súbita, especificamente devido aos seus agentes protetores, que combatem infecções respiratórias e gastrointestinais (fatores que contribuem com a SMSI).
  6. Imunize o seu bebê. Evidências recentes sugerem que os bebês que são vacinados têm um risco 50% menor de morte súbita.
  7. Se você não está mais amamentando, considere dar uma chupeta ao seu bebê durante o cochilo ou na hora de dormir durante o primeiro ano. O uso da chupeta diminui os riscos de SMSI. No entanto, não é necessário levá-lo ao extremo: se a chupeta do seu bebê cair da boca depois que ele adormecer, você não precisa colocá-la de volta.
  8. Não deixe seu bebê ficar muito quente. O quarto deve estar a uma temperatura confortável – não muito quente e nem muito frio. Certifique-se de vesti-lo com apenas uma camada de roupa.
  9. Não use produtos que alegam reduzir o risco de morte súbita – produtos como posicionadores de sono, colchões especiais e tapetes de dormir não demonstraram reduzir os riscos de SMSI.
  10. Não dê mel a bebês com menos de um ano de idade – o mel pode levar ao botulismo, que pode ser mortal por si só, mas também contém bactérias que têm sido relacionadas à síndrome.

Embora os pesquisadores ainda não saibam o motivo exato pelo qual o risco de morte súbita é reduzido após os 6 meses de idade, isso pode estar relacionado ao desenvolvimento físico do bebê, mais especificamente ao controle respiratório, ao metabolismo, aos padrões de sono e às habilidades físicas. De fato, quando seu bebê for capaz de rolar, o que acontece por volta dessa idade, seu cérebro estará maduro o suficiente para alertá-lo sobre perigos respiratórios e, como ele terá mais controle físico, poderá se libertar de certas posições perigosas para dormir.#

Como pôde ser visto, uma das melhores armas contra a morte súbita infantil é que seu bebê tenha controle sobre o próprio corpo e seja capaz de rolar de um lado para o outro. Se ele tiver força física para mudar de posição, a possibilidade de ele não conseguir respirar diminuirá muito.

Se quiser ensinar o seu bebê a rolar e fortalecer os músculos do pescoço e da parte central do corpo, experimente esta atividade do Kinedu!

Até a próxima!

Samantha

Por que a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomenda ler para o seu bebê?

Em junho de 2014, a Academia Americana de Pediatria (AAP) emitiu uma declaração pedindo aos pediatras que conversassem com os pais sobre os numerosos benefícios de ler em voz alta para seus filhos, e como isso é crucial para o desenvolvimento do cérebro, das habilidades linguísticas e das habilidades sociais das crianças. A Dra. Pamela High, pediatra e professora da Alpert Medical School da Brown University, foi a principal autora da nova declaração. Ela afirmou que ler para o seu filho todos os dias ajuda a construir laços afetivos saudáveis, porque é uma ótima oportunidade para interagir de maneira próxima. Crianças com pais que leem para eles todos os dias têm habilidades linguísticas mais fortes quando chegam ao jardim de infância e, por isso, estão mais preparadas para aprender a ler. Isso, então, prevê que essas crianças terão mais chances de se formar no ensino médio.

Então, ler para o seu filho é extremamente importante! Se você ainda não está fazendo isso, comece a criar esse hábito hoje! Você pode se perguntar: o que os bebês pensam quando olham para um livro? Embora um bebê não entenda o que as imagens ou as palavras significam, em torno dos 4 meses de idade, ele é capaz de se concentrar nelas. Olhar para imagens é um dos primeiros passos para reconhecê-las, uma habilidade chave para que ele compreenda o significado de imagens e palavras mais tarde. Os bebês olham fixamente para uma imagem em vários momentos, e demonstram um claro interesse por suas cores e formas. É muito comum que os bebês demonstrem preferência por uma página específica de um livro, observando-a por mais tempo do que as outras. As primeiras experiências com os livros irão familiarizar seu filho com eles e o ajudarão a desenvolver seu gosto pela leitura – por isso, nunca é cedo para começar!

Um dos meus livros favoritos, e que certamente chamará a atenção do seu bebê, se chama “Uma lagarta muito comilona” – um clássico escrito e ilustrado por Eric Carle. Suas cores brilhantes e seu formato interativo convidarão seu filho a participar de um jogo de contagem e até mesmo conhecer e memorizar os dias da semana! Este é definitivamente um ótimo livro para acrescentar à estante do seu filho!

Você tem recomendações de outros livros? Por favor, compartilhe-as nos comentários! Continue nos acompanhando para saber mais sobre as vantagens de ler para o seu filho e obter boas sugestões de livros!

Autocontrole: a chave para o sucesso e para a saúde

O desenvolvimento do autocontrole deve ser uma prioridade no desenvolvimento das crianças – agora sabemos o quanto isso é importante para impactar positivamente os resultados da vida.

Saúde e prosperidade

De acordo com um novo estudo, o autocontrole pode ser o ingrediente secreto para a saúde e a riqueza futuras. Em um estudo de longo prazo conduzido pelo psicólogo Terrie Moffit, da Universidade de Duke, 1.000 neozelandeses foram acompanhados desde o nascimento até os 32 anos. De maneira surpreendente, quando você avança para a idade adulta, as crianças que tiveram menor pontuação em medidas de autocontrole quando tinham 3 anos de idade tiveram mais problemas de saúde, dificuldades financeiras, dependência de substâncias, problemas acadêmicos, comportamento agressivo e criminalidade.

Essas descobertas chamam a atenção para a importância do autocontrole. Concentrar os esforços no fortalecimento adequado das habilidades de autocontrole durante os primeiros anos pode trazer benefícios duradouros para as crianças, suas famílias e para a sociedade. Como pais, uma de nossas principais responsabilidades é ensinar aos nossos filhos a controlar seus pensamentos, emoções e comportamentos. Está claro que o autocontrole é fundamental para que uma criança tenha sucesso acadêmico e socioafetivo. No entanto, é importante notar que o córtex pré-frontal dos bebês e das crianças pequenas (a parte do cérebro associada à autorregulação e ao controle) não está totalmente desenvolvido; por isso, não podemos esperar de uma criança que ela demonstre o autocontrole de um adulto. Sua abordagem para estabelecer limites deve estar de acordo com o estágio de desenvolvimento do seu bebê. Se seu filho for muito jovem, ele terá problemas para controlar efetivamente as emoções, os pensamentos e as ações.

O ambiente doméstico desempenha um papel crítico no desenvolvimento do autocontrole durante os primeiros anos de vida. É durante a infância que os bebês começam a desenvolver uma noção de si mesmos, e fornecer cuidado responsivo e um apego seguro é a chave para facilitar o processo de desenvolvimento. Na verdade, a Rede de Pesquisa em Cuidados Infantis do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano (NICHD) descobriu que o ambiente doméstico de crianças de 0 a 5 anos de idade pode prever habilidades de autocontrole na primeira série. Além de receber as orientações corretas, o afeto e o apoio dos pais, bem como os recursos físicos e sociais necessários, são importantes para estabelecer um ambiente que promove o desenvolvimento do autocontrole.

Dada a importância de promover essa habilidade, descrevemos algumas estratégias que você pode usar para incentivar a regulação dos pensamentos, emoções e ações do seu bebê. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar você a começar:

  1. Certifique-se de que seu filho saiba o que virá a seguir. Por exemplo, quando for ao supermercado, diga: “Vamos às compras, mas hoje não vamos comprar doces”; ou “Vamos comprar frutas, que também são doces”. Se o seu filho repetir o que você disse a ele anteriormente, ele poderá usar a regra para guiar seu próprio comportamento.
  2. Forneça uma programação e uma rotina diária planejada e previsível.
  3. Faça uma encenação com seu filho sobre o que dizer ou como agir em determinadas situações.
  4. Ensine e fale sobre sentimentos e repita as regras do lar com frequência.
  5. Mantenha-se calmo e firme em sua voz e suas ações, mesmo quando seu filho parecer fora de controle.
  6. Incentive a brincadeira de faz-de-conta – você pode fornecer itens para que seu filho tenha papéis diferentes, como por exemplo: pai, policial, bombeiro, médico ou mágico. Essas brincadeiras são ótimas, porque permitem que seu filho aprenda a seguir as regras do papel que ele desempenha.
  7. Faça brincadeiras como “pare e continue” ou “estátua”, nas quais seu filho irá começar a fazer ações diferentes e interrompê-las conforme indicado pelo “líder” do jogo.

No geral, procure oportunidades para o seu bebê praticar a espera e o compartilhamento. À medida que seu bebê cresce e desenvolve mais autocontrole, você poderá estabelecer mais limites. Com paciência e consistência, seu filho irá desenvolver o autocontrole. Lembre-se sempre de ser paciente e de que nada funcionará toda vez, então continue ajustando suas estratégias!

Aqui está uma atividade do Kinedu que trabalha o autocontrole, e que pode ajudar você a começar!

Primeiros socorros para asfixia

Espero que você nunca passe por uma situação em que tenha que aplicar primeiros socorros em seu filho, mas os bebês tendem a levar tudo até a boca. Essa é uma parte normal de seu desenvolvimento e de sua exploração, mas também pode colocá-lo em um risco maior de asfixia! Nessa idade, os bebês tendem a engasgar com comida e pequenos brinquedos e se enroscar em cordões e fios de cortina. Basicamente tudo o que os rodeia pode ser uma ameaça!

Aqui vão algumas dicas e passos a seguir caso você se encontre nessa situação.

Como você sabe que seu bebê está engasgado?

Esteja alerta aos sinais. Alguma coisa pode estar bloqueando as vias aéreas do seu filho se ele…

  • De repente, não consegue chorar ou tossir;
  • Faz barulhos estranhos ou nenhum som quando abre a boca;
  • Está com a pele avermelhada ou azulada.

O que fazer se seu bebê estiver engasgado?

  • Se seu bebê está tossindo ou com ânsia de vômito, isso significa que suas vias aéreas estão apenas parcialmente bloqueadas. Neste caso, deixe-o continuar a tossir, pois será a maneira mais eficaz de liberar o bloqueio;
  • Se o seu bebê está consciente, mas não consegue tossir, chorar ou respirar, e você acredita que algo está preso em suas vias aéreas, você pode tentar estes passos:
    1. Coloque seu bebê de bruços sobre o seu antebraço ou no seu colo, caso não consiga controlar a posição do antebraço;
    2. Apoie a cabeça dele, colocando sua mão ao redor da mandíbula dele, usando sua coxa para formar uma alavanca;
    3. Dê cinco golpes rápidos entre as escápulas, usando a palma da sua mão livre;
    4. Se o objeto ainda permanecer preso, vire o rosto dele para cima, usando sua coxa ou o colo como apoio. Apoie a cabeça dele, que deve ficar mais baixa que o peito, e coloque dois dedos no meio do esterno. Dê cinco estocadas rápidas para baixo (seus dedos devem estar à largura de um dedo abaixo de uma linha imaginária entre os mamilos do seu bebê);
    5. Repita os golpes nas costas e no peito até que o objeto esteja visível e você possa removê-lo.

Não tente remover a obstrução colocando a mão na garganta do seu bebê. Isso pode fazer com que o objeto se aloje mais profundamente, e você pode até danificar a garganta dele. Se ele não conseguir colocar o objeto para fora, peça a alguém para ligar para o 193 enquanto você continua fazendo o procedimento. Se seu bebê perder a consciência, talvez seja necessário realizar a reanimação cardiorrespiratória (RCR) modificada nele.

É sempre um bom ter conhecimentos de primeiros socorros e RCR! Para encontrar uma equipe na sua área, informe-se na sua cidade

Lembre-se de deixar seus comentários abaixo!

Cristy

*Não confie nesse artigo como sua única fonte de informação. Isso não deve ser tomado como um conselho médico, mas como uma informação que pode ajudar em uma emergência. Em caso de emergência, peça sempre ajuda médica.

A importância das brincadeiras de faz-de-conta

Quando as pessoas pensam em brincar, elas pensam automaticamente em crianças fazendo exercícios físicos, como jogar bola ou brincar em gangorras e balanços – em outras palavras, crianças explorando seus ambientes físicos. A brincadeira tem se mostrado uma atividade fundamental no desenvolvimento dos primeiros anos de uma criança – até mesmo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos reconheceu isso como um direito para todas as crianças! Mas, embora o jogo físico seja a primeira coisa que vem à mente, esse não é o único tipo de brincadeira. Na verdade, há outro tipo: a brincadeira de faz-de-conta, que chamou a atenção de muitos pesquisadores, educadores e psicólogos por causa dos diversos benefícios que ela pode proporcionar.

De acordo com Laura E. Berk, renomada professora e pesquisadora na área de desenvolvimento infantil, a brincadeira de faz-de-conta estimula os sentidos e gera oportunidades de exploração e pensamento criativo que podem ajudar seu filho a melhorar várias habilidades linguísticas, emocionais, sociais e cognitivas – incluindo a criatividade, a inibição de impulsos e a empatia!

Dada a importância dessa brincadeira, muitos pais podem se perguntar: com que idade a capacidade de fingir e se colocar em um “papel de mentirinha” começa a surgir nas crianças?

Segundo a pesquisa, a brincadeira de faz-de-conta surge quando o bebê tem cerca de 12 a 18 meses de idade. Na verdade, quando seu filho completar 18 meses, você começará a perceber comportamentos como tentar alimentar uma boneca com uma colher, ou escolher um bloco e trazê-lo para seus ouvidos como se ele fosse um telefone. Embora as primeiras formas de brincadeira de faz-de-conta sejam, em sua maioria, solitárias, no momento em que seu filho completar 2 anos de idade, você notará que ele começará a desfrutar da presença de outras pessoas. O brincar permite que as crianças desenvolvam sua imaginação, agilidade física, cognição e força emocional. É através da brincadeira que as crianças aprendem desde cedo a interagir com as pessoas e a entender o mundo ao seu redor.

Mas o que os pais podem fazer para promover as brincadeiras de faz-de-conta?

A pesquisa mostrou que, por exemplo, os pais que leem histórias na hora de dormir, ou aqueles que conversam frequentemente com seus filhos, descrevendo e explicando as ações cotidianas, os objetos, os eventos, a natureza e as pessoas, são os que mais incentivam a brincadeira.

Se você quiser encorajar a brincadeira em seu bebê, confira essas dicas:

  • Histórias: Convide seu filho a contar sua história favorita ou peça a ele para imaginar seu próprio final ou distorcer a história. Por exemplo, você pode tentar fazer perguntas como: "O que você acha que vai acontecer a seguir?"; ou "E se o menino não puder encontrar o tesouro?".
  • Brinquedos: Certifique-se de que seu filho tenha acesso frequente a brinquedos, bonecas ou bichos de pelúcia. Eles não precisam ser comprados em uma loja – você pode criá-los com materiais que você tenha em casa, como meias e caixas! Por meio do brincar imaginativo, as crianças tendem a atribuir facilmente sentimentos aos objetos ou brinquedos, o que é uma ótima maneira de expressar seus pensamentos e ideias.
  • Caixas de brinquedos: Crie uma caixa ou uma sacola cheia de materiais que correspondam a um tema específico, como um restaurante ou um zoológico. Pegue vários materiais diferentes e você verá seu filho explorar sua criatividade.
  • Dê tempo: Brincadeiras de faz-de-conta não se enquadram em intervalos de 15 minutos. Deixe ele explorar e melhorar sua criatividade. Tenha em mente que nenhum material, ambiente ou história pode interromper esta hora de brincar e explorar ideias!

Então, da próxima vez que seu filho estiver envolvido em brincadeiras de faz-de-conta, não o apresse para outras atividades. Deixe que que ele brinque, pois é um tempo bem investido!

Aqui está uma atividade do Kinedu que você pode usar para incentivar a brincadeira com seu filho:

http://youtu.be/BT7bQ_GgEyY

Como trocar a fralda do seu bebê

Preparação

A preparação é fundamental antes de trocar uma fralda, por isso, certifique-se de:

  1. Não esquecer os suprimentos essenciais. Durante uma troca de fralda, sempre verifique se você tem lenços ou toalhinhas, dependendo do que você usa para limpar o bumbum do seu bebê. Além disso, lembre-se de manter uma pomada contra assaduras, talco ou vaselina nas proximidades, especialmente se o seu bebê costuma ter assaduras. E, claro, nunca se esqueça de reabastecer o estoque de fraldas. Você não vai querer sair no meio da noite para comprar fraldas.
  2. Manter todos esses materiais por perto e facilmente acessíveis. Às vezes, as coisas podem ficar realmente agitadas em casa e, na hora de trocar a fralda do seu bebê, você pode perceber que se esqueceu da pomada ou até mesmo das fraldas! Deixar seu bebê no trocador enquanto você procura uma fralda pode ser muito arriscado, mesmo se ele estiver preso com um cinto de segurança. Por isso, mantenha sempre tudo o que você precisa perto do lugar onde você costuma trocar a fralda.
  3. Localizar um lugar limpo, seguro e quente para trocar o seu bebê. A segurança vem sempre em primeiro lugar ao escolher um lugar para a troca de fralda! É importante que você escolha uma superfície de onde seu bebê não possa cair facilmente. Tente usar um trocador, ou simplesmente coloque um cobertor no chão ou na cama.
  4. Lave sempre as mãos antes e depois de trocar a fralda do seu bebê. A higiene do seu bebê deve ser uma das suas principais prioridades. Lembre-se de que você está limpando o cocô dele, que pode ir parar onde você menos imagina – até no seu rosto! Na verdade, alguns pediatras sugerem que até mesmo as mãos do seu bebê devem ser limpas depois da troca de fralda. Não importa se ele realmente tocou alguma coisa durante a troca de fralda – lavar as mãos dele no fim do processo ainda é uma boa ideia.

Aqui estão 10 passos simples que você pode seguir para trocar a fralda do seu bebê:

  1. Coloque seu bebê no trocador;
  2. Remova a roupa do seu bebê;
  3. Abra uma nova fralda limpa e coloque a parte de trás embaixo do seu bebê – a parte de cima deve chegar até a cintura do seu bebê;
  4. Puxe a parte da frente da fralda suja para baixo. Nota: se o seu bebê for um menino, você pode cobrir o pênis dele com um pano limpo, para evitar que ele faça xixi em você;
  5. Limpe a frente do seu bebê com um lenço umedecido. Nota: se o seu bebê for uma menina, limpe da frente para trás (em direção ao bumbum);
  6. Se seu bebê fez cocô, pegue outro lenço e limpe o bumbum dele. Você pode levantar as pernas dele ou rolá-lo suavemente de um lado para o outro. Certifique-se de limpar os vincos das coxas e as nádegas também;
  7. Retire a fralda suja e deixe-a de lado. Se você seguiu o primeiro passo, a fralda limpa deve estar embaixo do seu bebê, pronta para vesti-lo;
  8. Antes de aplicar a pomada contra assaduras, deixe a pele do seu bebê secar naturalmente por alguns instantes;
  9. Puxe a parte da frente da fralda limpa até a barriga do seu bebê. Nota: se o seu bebê for um menino, coloque o pênis dele para baixo, para evitar que ele faça xixi por cima da fralda;
  10. Prenda a fralda em ambos os lados com as abas. A fralda deve estar bem firme, mas não tão apertada a ponto de machucar o seu filho.

Recomendações:

  • Se o seu bebê for recém-nascido, evite cobrir o coto do cordão umbilical com a fralda. Ao invés disso, dobre a frente (se for uma fralda normal) ou compre fraldas especiais para recém-nascidos que tenham um recorte frontal para evitar o contato com o coto do cordão umbilical;
  • Ao fechar a fralda, certifique-se de separar bem as pernas do seu bebê. Cuide para não deixar a fralda muito folgada, para não causar irritação e desconforto para o seu bebê.
  • Esse é um momento perfeito para fortalecer os laços afetivos entre você e o seu bebê, então, tente se divertir! Cante músicas, assopre a barriguinha dele ou faça cócegas

Todos nós temos maneiras diferentes de trocar as fraldas de um bebê, conte-nos como você faz nos comentários abaixo!

O segredo por trás da motivação: quando o elogio sai pela culatra

O elogio que os pais fazem aos filhos pode influenciar fortemente sua autoestima, inteligência e disposição para enfrentar desafios. No entanto, de acordo com novos estudos, certos tipos de elogios podem realmente fazer mais mal do que bem. Por exemplo, dizer "você é tão inteligente!" pode não ser o melhor tipo de elogio – pode até desencorajar uma criança a assumir novos desafios. Uma pesquisa de Carol Dweck, psicóloga de renome mundial da Universidade de Stanford, mostrou que as crianças que percebem seu sucesso como resultado de uma inteligência própria estão mais propensas a ter uma "mentalidade fixa". Isso significa que veem o talento e a inteligência como algo que já nasceram com elas, não como habilidades que podem ser aprendidas e melhoradas por meio do esforço. Isso se torna especialmente problemático quando suas identidades se associam a um resultado.

Mas o que exatamente acontece quando uma criança cresce ouvindo elogios como "você é tão inteligente!"? Segundo o Dr. John Medina, autor do best-seller nacional "Brain Rules for Baby", seu filho começará a enxergar seus erros como falhas. Isso acontece porque ele está acostumado a ver seus sucessos anteriores como uma habilidade estática, isto é, talentos naturais com os quais ele nasceu, e não como resultado do seu esforço. Por isso, o fracasso é percebido como uma falta de habilidade sobre a qual ele não tem controle. Já quando as crianças são elogiadas pelo esforço, elas tendem a se desenvolver, o que Dweck chama de "mentalidade de crescimento”. Esse tipo de mentalidade faz com que as crianças tenham uma atitude edificante em relação ao fracasso. Em outras palavras, elas tenderão a acreditar que, quando confrontadas com dificuldades, a persistência as levará ao sucesso.

O esforço é um elemento-chave em uma "mentalidade de crescimento ", porém, a questão é: como os pais podem estimular esse tipo de esforço em seus filhos? A resposta está surpreendentemente ligada com a forma que você os elogia! O Dr. Medina explicou que o modo como os pais elogiam define a forma com que seus filhos percebem o sucesso, e é aqui que eles cometem um erro comum: aplaudir o resultado, como uma nota ou um talento. Então, ao invés de falar "estou tão orgulhoso de você, você é tão inteligente!", os pais devem dizer: “bom trabalho, você acertou a resposta! Pode me mostrar como você fez isso?”; ou “estou tão orgulhoso de você, você deve ter estudado muito!". Em vez de elogiar seus resultados finais, os pais devem elogiar suas estratégias, aprimoramentos ou esforços, de modo a ensinar aos seus filhos que as habilidades intelectuais podem ser desenvolvidas. Ao fazer isso, as crianças se tornam mais propensas a ver os desafios como oportunidades, e não como limitações. Os contratempos são inevitáveis ​​na jornada para o sucesso. Os pais devem começar a ensinar seus filhos a aceitar os desafios, elogiando-os da maneira certa.

Se você quer praticar a forma correta de elogiar, aqui está uma atividade que você pode usar para estimular a motivação e a perseverança do seu filho.

Aproveite!

http://youtu.be/ncFjcqz7wU4

Habilidades importantes que podemos ensinar aos nossos filhos

As primeiras experiências da infância – sejam positivas ou negativas – têm um impacto profundo no cérebro em desenvolvimento e em seus circuitos neurais básicos, que, por sua vez, fornecem a base para habilidades mais complexas de alto nível. Destas habilidades de alto nível, a função executiva vem ganhando muita atenção ultimamente – e com razão! A função executiva nos ajuda a concentrar em informações diferentes ao mesmo tempo, a tomar decisões, a revisar e alterar planos conforme necessário, e a controlar nossas emoções e nossos impulsos. Estabelecer uma base sólida para permitir a aquisição das habilidades de função executiva é uma das tarefas mais importantes nos primeiros anos da infância, porque elas serão importantes para o funcionamento do cérebro adulto. A função executiva funciona como o controlador de tráfego aéreo do cérebro – gerenciando todos os diferentes sinais, impulsos e desejos. O córtex pré-frontal do cérebro é fundamental para a função executiva, mas não age sozinho, pois controla o comportamento por meio de interações com o restante do cérebro. Quando chega o primeiro aniversário de uma criança, o cérebro – que originalmente funcionava quase como um conjunto de neurônios isolados – começa a funcionar como uma grande rede de áreas interconectadas. Isso começa a permitir uma ação coordenada e o gerenciamento de impulsos diferentes. Como adultos, isso se traduz em uma capacidade de executar várias tarefas, exibir autocontrole, manter o foco apesar das distrações e seguir instruções com várias etapas – tudo isso é essencial para alcançarmos nossos objetivos, convivermos com os outros e nos tornarmos indivíduos que contribuem para a sociedade.

De acordo com o Center on the Developing Child de Harvard, as três habilidades a seguir estão envolvidas na função executiva:

  • Memória de trabalho – a capacidade de manter e lidar com informações em curtos períodos – como naquela vez em que você conseguiu memorizar um número de telefone pelo tempo suficiente para digitá-lo no celular!
  • Controle inibitório – a capacidade de dominar e filtrar os pensamentos, a fim de direcionar a atenção, resistir à tentação, quebrar hábitos, ignorar as distrações e pensar antes de agir – que nos permite jogar jogos como “Siga o chefe”!
  • Flexibilidade cognitiva/mental – é a capacidade de aplicar diferentes regras em diferentes configurações, e ajustá-las de acordo com as mudanças, demandas, prioridades ou perspectivas presentes no ambiente – aprendendo com nossos erros e ajustando-os adequadamente.

A função executiva não é herdada – ela precisa ser estimulada e treinada para ser fortalecida, especialmente durante a primeira infância. As interações entre as crianças e os adultos desempenham um papel importante no desenvolvimento dessas habilidades. Os pais também podem começar a trabalhar a função executiva de seus filhos por meio de exercícios e jogos adequados à idade deles. Oferecer às crianças oportunidades para que elas mantenham o foco em tarefas específicas pode ajudar no desenvolvimento das habilidades de função executiva que serão extremamente importantes no futuro!

A interação dos pais pode impactar no desenvolvimento da linguagem

Os primeiros anos de vida são um período crítico para o desenvolvimento do cérebro. Neste momento, o cérebro é mais maleável, o que representa um momento de grande oportunidade e vulnerabilidade para um bebê. As interações sociais durante esse período são essenciais para o desenvolvimento de sua linguagem, por isso é importante que os pais compreendam o papel vital que desempenham no sucesso da aprendizagem de seus filhos.

Os bebês começam a aprender sobre a linguagem mesmo antes de começarem a falar. Quando eles choram ou balbuciam e recebem uma resposta carinhosa de um adulto em retorno, eles estão formando e fortalecendo as conexões neurais relacionadas à comunicação e às habilidades sociais. Essas interações são conhecidas como “jogo de ação e reação”, e são essenciais para o desenvolvimento. As relações interativas entre pais e filhos não são apenas esperadas, mas também essenciais para evitar atrasos no desenvolvimento ou um impacto negativo no bem-estar futuro. A qualidade do ambiente do bebê e a disponibilidade de experiências enriquecedoras no início da vida serão fundamentais para determinar a força de sua arquitetura cerebral futura.

Anne Fernald, diretora do Centro de Estudos Infantis da Universidade de Stanford, é uma das principais pesquisadoras sobre esse assunto. Os estudos que ela conduziu mostraram que, embora as habilidades verbais sejam influenciadas por fatores genéticos em alguma medida, as primeiras experiências da infância são tão ou mais importantes. Em um de seus estudos sobre o desenvolvimento da linguagem, ela descobriu que crianças de cinco anos que não recebiam a estimulação adequada da linguagem ficaram mais de dois anos atrás de seus colegas mais estimulados em testes de desenvolvimento de linguagem padronizados quando entraram na escola. Fernald identificou três fatores principais que os pais devem levar em consideração para evitar esse atraso: o acesso do bebê à fala dirigida, o aumento da quantidade e da qualidade das palavras (ricas e variadas) e os gestos dos pais.

É importante que os pais se lembrem de que as conversas ouvidas não irão ajudar no desenvolvimento da linguagem do bebê: eles precisam falar diretamente com o bebê,  fazendo contato visual, para permitir o aprendizado do vocabulário. Além disso, de acordo com a Academia Americana de Pediatria, as crianças menores de 2 anos devem evitar a visualização de telas (celulares, tablets, televisão, etc.), pois isso pode ter efeitos negativos duradouros no desenvolvimento da linguagem, nas habilidades de leitura, na memória de curto prazo e no sono. Infelizmente, isso significa que você provavelmente não deve deixar seu filho assistir a um episódio de Dora Aventureira ou de Bob, o Construtor com muita frequência. Mesmo os vídeos que afirmam ensinar novas palavras ao seu bebê podem, na verdade, prejudicar o seu desenvolvimento. Se você quiser estimular o desenvolvimento da linguagem do seu bebê, ele precisará de interações frequentes face a face.

Como mostrado acima, a melhor maneira de impulsionar o desenvolvimento da linguagem é concentrar-se nas interações verbais entre os pais e o bebê. Os pais devem tentar conversar com seus bebês sempre que possível – quanto antes você começar, melhor será! Eles devem tentar encaixar as conversas nas atividades diárias (qualquer que seja a atividade, ela pode ser explicada em voz alta para o bebê!). O aumento na interação verbal dos pais aumenta a possibilidade de ampliação do vocabulário de seus filhos, melhora o desenvolvimento da linguagem e estimula futuras habilidades de leitura.

Se você deseja começar a ter interações verbais, aqui está uma de nossas atividades para lhe ajudar nisso!

Atividade “Isso se chama”